terça-feira, 27 de novembro de 2012

Uma aventura na casa da árvore

   Laura, Matilde e David eram  três primos que costumavam ir passar as férias  a casa dos avós. Os avós tinham uma quinta. Os três primos adoravam irem para lá brincar.
   No jardim da casa havia várias árvores. Certo dia, como estavam aborrecidos e enquanto a avó estava a fazer o almoço lembraram-se de fazer uma casa numa árvore. A Laura e a Matilde foram buscar tábuas enquanto o David foi preparar as restantes coisas para fazerem a casa.
   Depois de construírem a casa passavam lá  o tempo a brincar. Passado uns dias,  a Matilde chamou os avós  para verem a casa.


   - Avó, avô, venham ver o que construímos.
   O avô, como a casa não estava pintada perguntou aos netos:
   - Que cor gostariam de pintar a casa?
   A Laura e a Matilde gostaram do cor de rosa e o David do  azul. Então , como gostavam de cores diferentes, o avô pintou o telhado  de cor de rosa e as paredes de azul.Por dentro pintou de lilás.
   Os três primos divertiram-se muito durante as férias pois passaram a maior parte do tempo na  casa da árvore.
   No final das férias despediram-se dos avós, dos animais da quinta e da sua casa da árvore e voltaram para suas casas, pois estava quase a começar a escola.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)

sábado, 24 de novembro de 2012

Fomos à Biblioteca Municipal de Penacova ouvir contar uma estória

A minha turma , do terceiro ano, e os meninos da turma do quarto ano fomos à Biblioteca Municipal de Penacova ouvir contar uma estória.Quando chegámos à biblioteca fomos lanchar numa sala onde havia uma

 pequena exposição.Em seguida fizemos uma fila para irmos ouvir contar uma estória.A estória chamava-se"Milly Molly".


A estória falava sobre os animais que dormiam num estábulo. As netas da dona da quinta tinham uma ovelha que estava para dar à luz. A Milly e a Molly ficaram a dormir no estábulo junto da ovelha. De noite ouviram muito barulho e não conseguiram  dormir.


De manhã ao acordarem com o sol a ovelha deu à luz dois cordeirinhos. Um foi para a Molly e o outro foi para a Milly por terem dormido com a ovelha no estábulo.

 ( No final de ouvirmos contar a estória a Inês foi recontar a estória ouvida)
No final de ouvirmos a estória fizemos dois desenhos sobre a saudação.Um ficou na Biblioteca e o outro veio para nossas casas para os nossos pais verem o que tínhamos realizado na biblioteca.


No fim ainda houve tempo para lermos alguns livros e depois viemos de autocarro para a nossa escola.


Foi muito divertido.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)

sábado, 10 de novembro de 2012

Pinóquio nos oceanos. Um livro trabalhado pelos alunos do 4.º ano


Ao longo de várias semanas, os alunos  do  4.º ano trabalharam a obra “Pinóquio nos oceanos”. Analisaram a capa, a contracapa, a lombada e as guardas. Realizaram várias fichas de leituras para uma melhor compreensão da obra. Como registo desta obra,  realizaram ainda três cartazes.



Resumo da obra
O Pinóquio andava a passear no oceano com o Gepeto quando veio uma onda gigante e o Pinóquio caiu à água.
Nadava um golfinho , quando viu o Pinóquio e perguntou-lhe se ele queria conhecer o Mundo.
O Pinóquio disse que era de Itália e que só se comia pizzas deliciosas e o golfinho disse que só comia peixe.
Então, eles lá foram pelo oceano e viram coisas interessantes. Passaram de oceano a oceano, Chegaram a um sítio onde viram umas ruínas maravilhosas. Percorreram vários sítios lindíssimos.
Pinóquio, ao fim de algum tempo, começou a sentir saudades do Gepeto e disse ao golfinho para o levar de novo a Itália.
O golfinho conseguiu levar Pinóquio para junto do Gepeto.  Gepeto ficou muito feliz quando viu o Pinóquio.
Pinóquio cheio de saudades e de felicidade contou as aventuras que teve nos oceanos com o golfinho. 
Gepeto ficou muito feliz  por ter o Pinóquio, seu amigo, a viver de novo na mesma casa encantada.
Catarina ( 4.º ano)

Críticas dos alunos


A estória do “Pinóquio nos oceanos” está muito engraçada, porque o Pinóquio teve oportunidade de conhecer o Mundo e os oceanos no seu imaginário.
As gravuras estão lindas e  adequadas à estória.
O interior está muito bonito e a estória foi feita em escrita criativa.
Gostei muito da estória. Que maravilhosa estória!
 Gabriela ( 4.º ano)


O livro foi espetacular, porque tinha imagens fantásticas.
O autor fez um belo trabalho assim como a ilustradora que fez desenhos maravilhosos, pareciam a realidade.
O livro foi muito bonito e bastante adequado ao 4.º ano.
Rafael ( 4.º ano)


Acho que o livro está bem ilustrado. A estória está bem escrita e as imagens adequadas .
Aprendemos coisas diferentes e algumas partes da estória estão engraçadas e divertidas.
Lara Sofia (4.º ano)

 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O peixinho Dourado e o lápis mágico

     Durante cerca de um mês andámos  a estudar o livro " O peixinho Dourado e o lápis mágico".
O livro falava do  peixinho Dourado que vivia no mar. O peixinho Dourado resolveu visitar o seu amigo o


 peixinho Azul que vivia  no rio Grande. Quando lá chegou viu que o rio estava cheio de lixo. O peixinho
Azul estava muito triste por causa da poluição do rio. Quem resolveu o problema da poluição do rio foi o sapo Sapudo.
     Através da capa do livro escrevemos um texto tentando descobrir  a estória  escrita  por Paula Viotti.      Ninguém a conseguiu descobrir.
     Para melhor compreendermos a estória fizemos cinco fichas de leitura.
     Realizámos  dois cartazes com  o trabalho desenvolvido.
    Finalmente levámos os nossos trabalhos para casa  para que os nossos pais  tivessem conhecimento do trabalho desenvolvido.
Texto coletivo realizado pelos alunos do 3.º ano


segunda-feira, 18 de junho de 2012

O escritor e ilustrador Carlos J. Campos visita a nossa escola


O escritor e ilustrador carlos J. Campos visitou a nossa escola para apresentar a sua obra. Fez duas sessões de apresentação porque na nossa escola somos muitos alunos.


Ensinou-nos como fazia as ilustrações. Inicialmente eram feitas à mão com tintas, lápis, marcadores... Atualmente são feitas a computador.






Durante vários dias estudámos a obra de Carlos  Campos. Realizámos uma pequena exposição com os trabalhos realizados.



No final a tradicional sessão de autógrafos.




sábado, 2 de junho de 2012

Estórias de um gatinho

"Estórias de um gatinho", é uma brochura que acaba de ser editada pela turma 3 do 2.º ano da EBb1 da Figueira de Lorvão. Reune dezassete estória ilustradas pelos seus alunos. São estórias escritas a partir de uma personagem, o gatinho Tareco.


O gatinho Tareco e as suas aventuras
         Certo dia, um gatinho chamado Tareco andava  sozinho na rua. Sentia-se muito triste porque não tinha dono. Então, decidiu procurar uma pessoa que gostasse dele. Se bem o pensou melhor o fez.
         E lá foi ele à procura de um dono. Procurou, procurou e não encontrava ninguém. Certo dia, teve sorte. Um homem, que ia a passar junto dele, viu aquele gatinho que andava sozinho e muito triste, ficou logo com pena dele. Então, decidiu levá-lo consigo para sua casa.
         Mal chegaram a casa, o homem que se chamava Miguel, deu-lhe comer e água. O gatinho ficou muito contente pois ia ter uma vida melhor.
         Certo dia, o Miguel levou o gatinho a passear e então pensou num nome para lhe dar. Decidiu dar-lhe o nome de Tareco. E lá foram eles passear e viver uma grande aventura pela floresta.

Quando chegaram à floresta viram uma menina chamada Raquel que vivia sozinha. O Miguel perguntou-lhe se  queria viver com ele. Ela respondeu que sim. E lá foram os três dar uma volta por muitos sítios. No final, foram ver um parque e finalmente regressaram a casa para almoçarem. No fim do almoço foram às compras. Regressaram das compras e foram brincar. Quando chegou a noite jantaram e foram dormir.
     No dia seguinte estava a chover e eles não puderam sair de casa. Então, decidiram brincarem muito em casa. Veio a trovoada e o gatinho Tareco teve muito medo e foi para uma casota. O dono do gato e a menina deram muitos miminhos ao gato para ele não ter medo da trovoada.
Quando parou de chover foram todos dar uma volta de carro.
O gatinho Tareco viveu feliz com a sua nova família.
Leandro Rodrigues (2º ano)
 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Gil Moniz e a Ponta do Nariz

Para comemorar o Dia do Livro, a nossa escola foi à Biblioteca Municipal de Penacova assistir  a uma peça de teatro, sendo a sua representação realizada pelas  próprias funcionárias da Biblioteca.
A peça de teatro foi baseada no livro, "Gil Moniz e a Ponta do Nariz "de António Torrado.
" Abrir Janelas para a Leitura", regista aqui a ida da escola à biblioteca, através de um texto do aluno Tomás Alves que anda no 4.º ano.

Era uma vez um menino chamado Gil. Ele estava a passear e encontrou um grão de milho. Gil dizia que o grão era da cor do ouro e valia uma fortuna. Ia para o guardar no bolso mas viu que este estava furado.
Como queria ir dar uma volta, pediu à comadre Iva para lhe guardar o grão. Ela pô-lo em cima da mesa e ele lá foi dar a sua voltinha.
Quando voltou, chamou a comadre Iva para lhe dar o grão. Ela foi lá ver e não estava lá nada e disse que tinha sido a galinha que o tinha comido. Então o Gil pediu-lhe a galinha. Ela não queria mas acabou por lha dar.
De seguida, foi pedir à prima para lhe guardar a galinha pois queria ir a um concurso de moda. Lá foi ele a Penacova a ver se entrava no concurso.
Voltou e chamou a prima para lhe dar a galinha. A prima disse que a galinha fugiu, saltou para o curral do porco e ele comeu-a. Então o Gil exigiu que ela lhe desse o porco.
O Gil, cansado de andar com o porco, foi pedir à comadre Maria  para lho guardar. a comadre Maria pô-lo na quintq onde estava a sua filha a guardar os animais.

Ele foi novamente a Penacova a ver se tinha entrado no concurso e, quando regressou, chamou a comadre Maria para lhe dar o porco. Mas o porco tinha fugido, então o Gil pediu para ela pôr a filha dentro de um saco e para lha dar. Ela fez isso e começou a chorar.
O menino Gil estava de rastos porque a menina era pesada, então chamou a comadre Celeste para lhe pedir que guardasse o saco mas para não espreitar.
Ela espreitou, enquanto o Gil foi ver quem ganhara o concurso. Tirou a menina e foi dá-la à mãe. No saco pôs o cão da quinta.
Quando o Gil chegou, ela entregou-lhe o saco. O Gil perguntou se ela tinha visto o que estava no saco mas a comadre Celeste disse que não.
Lá foi ele com o saco e quando o abriu, o cão deu-lhe uma dentada no nariz.
Foi assim que o Gil aprendeu uma grande lição!

 Tomás Alves (4.º ano)