Laura, Matilde e David eram três primos que costumavam ir passar as férias a casa dos avós. Os avós tinham uma quinta. Os três primos adoravam irem para lá brincar.
No jardim da casa havia várias árvores. Certo dia, como estavam aborrecidos e enquanto a avó estava a fazer o almoço lembraram-se de fazer uma casa numa árvore. A Laura e a Matilde foram buscar tábuas enquanto o David foi preparar as restantes coisas para fazerem a casa.
Depois de construírem a casa passavam lá o tempo a brincar. Passado uns dias, a Matilde chamou os avós para verem a casa.
- Avó, avô, venham ver o que construímos.
O avô, como a casa não estava pintada perguntou aos netos:
- Que cor gostariam de pintar a casa?
A Laura e a Matilde gostaram do cor de rosa e o David do azul. Então , como gostavam de cores diferentes, o avô pintou o telhado de cor de rosa e as paredes de azul.Por dentro pintou de lilás.
Os três primos divertiram-se muito durante as férias pois passaram a maior parte do tempo na casa da árvore.
No final das férias despediram-se dos avós, dos animais da quinta e da sua casa da árvore e voltaram para suas casas, pois estava quase a começar a escola.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
Fomos à Biblioteca Municipal de Penacova ouvir contar uma estória
A minha turma , do terceiro ano, e os meninos da turma do quarto ano fomos à Biblioteca Municipal de Penacova ouvir contar uma estória.Quando chegámos à biblioteca fomos lanchar numa sala onde havia uma
pequena exposição.Em seguida fizemos uma fila para irmos ouvir contar uma estória.A estória chamava-se"Milly Molly".
A estória falava sobre os animais que dormiam num estábulo. As netas da dona da quinta tinham uma ovelha que estava para dar à luz. A Milly e a Molly ficaram a dormir no estábulo junto da ovelha. De noite ouviram muito barulho e não conseguiram dormir.
De manhã ao acordarem com o sol a ovelha deu à luz dois cordeirinhos. Um foi para a Molly e o outro foi para a Milly por terem dormido com a ovelha no estábulo.
( No final de ouvirmos contar a estória a Inês foi recontar a estória ouvida)
No final de ouvirmos a estória fizemos dois desenhos sobre a saudação.Um ficou na Biblioteca e o outro veio para nossas casas para os nossos pais verem o que tínhamos realizado na biblioteca.
No fim ainda houve tempo para lermos alguns livros e depois viemos de autocarro para a nossa escola.
Foi muito divertido.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)
pequena exposição.Em seguida fizemos uma fila para irmos ouvir contar uma estória.A estória chamava-se"Milly Molly".
A estória falava sobre os animais que dormiam num estábulo. As netas da dona da quinta tinham uma ovelha que estava para dar à luz. A Milly e a Molly ficaram a dormir no estábulo junto da ovelha. De noite ouviram muito barulho e não conseguiram dormir.
De manhã ao acordarem com o sol a ovelha deu à luz dois cordeirinhos. Um foi para a Molly e o outro foi para a Milly por terem dormido com a ovelha no estábulo.
( No final de ouvirmos contar a estória a Inês foi recontar a estória ouvida)
No final de ouvirmos a estória fizemos dois desenhos sobre a saudação.Um ficou na Biblioteca e o outro veio para nossas casas para os nossos pais verem o que tínhamos realizado na biblioteca.
No fim ainda houve tempo para lermos alguns livros e depois viemos de autocarro para a nossa escola.
Foi muito divertido.
Beatriz Lopes ( 3.º ano)
sábado, 10 de novembro de 2012
Pinóquio nos oceanos. Um livro trabalhado pelos alunos do 4.º ano
Resumo da obra
O Pinóquio andava a passear no oceano com o Gepeto quando veio uma onda gigante e o Pinóquio caiu à água.
Nadava um golfinho , quando viu o Pinóquio e perguntou-lhe se ele queria conhecer o Mundo.
O Pinóquio disse que era de Itália e que só se comia pizzas deliciosas e o golfinho disse que só comia peixe.
Então, eles lá foram pelo oceano e viram coisas interessantes. Passaram de oceano a oceano, Chegaram a um sítio onde viram umas ruínas maravilhosas. Percorreram vários sítios lindíssimos.
O golfinho conseguiu levar Pinóquio para junto do Gepeto. Gepeto ficou muito feliz quando viu o Pinóquio.
Pinóquio cheio de saudades e de felicidade contou as aventuras que teve nos oceanos com o golfinho.
Gepeto ficou muito feliz por ter o Pinóquio, seu amigo, a viver de novo na mesma casa encantada.
Catarina ( 4.º ano)
Críticas dos alunos
A estória do “Pinóquio nos oceanos” está muito engraçada, porque o Pinóquio teve oportunidade de conhecer o Mundo e os oceanos no seu imaginário.
As gravuras estão lindas e adequadas à estória.
O interior está muito bonito e a estória foi feita em escrita criativa.
Gostei muito da estória. Que maravilhosa estória!
O livro foi espetacular, porque tinha imagens fantásticas.
O autor fez um belo trabalho assim como a ilustradora que fez desenhos maravilhosos, pareciam a realidade.
O livro foi muito bonito e bastante adequado ao 4.º ano.
Rafael ( 4.º ano)
Acho que o livro está bem ilustrado. A estória está bem escrita e as imagens adequadas .
Aprendemos coisas diferentes e algumas partes da estória estão engraçadas e divertidas.
Lara Sofia (4.º ano)
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
O peixinho Dourado e o lápis mágico
Durante cerca de um mês andámos a estudar o livro " O peixinho Dourado e o lápis mágico".
O livro falava do peixinho Dourado que vivia no mar. O peixinho Dourado resolveu visitar o seu amigo o
peixinho Azul que vivia no rio Grande. Quando lá chegou viu que o rio estava cheio de lixo. O peixinho
Azul estava muito triste por causa da poluição do rio. Quem resolveu o problema da poluição do rio foi o sapo Sapudo.
peixinho Azul que vivia no rio Grande. Quando lá chegou viu que o rio estava cheio de lixo. O peixinho
Azul estava muito triste por causa da poluição do rio. Quem resolveu o problema da poluição do rio foi o sapo Sapudo.
Através da capa do livro escrevemos um texto tentando descobrir a estória escrita por Paula Viotti. Ninguém a conseguiu descobrir.
Finalmente levámos os nossos trabalhos para casa para que os nossos pais tivessem conhecimento do trabalho desenvolvido.
Texto coletivo realizado pelos alunos do 3.º ano
Para melhor compreendermos a estória fizemos cinco fichas de leitura.
Realizámos dois cartazes com o trabalho desenvolvido.
Texto coletivo realizado pelos alunos do 3.º ano
segunda-feira, 18 de junho de 2012
O escritor e ilustrador Carlos J. Campos visita a nossa escola
O escritor e ilustrador carlos J. Campos visitou a nossa escola para apresentar a sua obra. Fez duas sessões de apresentação porque na nossa escola somos muitos alunos.
Ensinou-nos como fazia as ilustrações. Inicialmente eram feitas à mão com tintas, lápis, marcadores... Atualmente são feitas a computador.
Durante vários dias estudámos a obra de Carlos Campos. Realizámos uma pequena exposição com os trabalhos realizados.
No final a tradicional sessão de autógrafos.
sábado, 2 de junho de 2012
Estórias de um gatinho
"Estórias de um gatinho", é uma brochura que acaba de ser editada pela turma 3 do 2.º ano da EBb1 da Figueira de Lorvão. Reune dezassete estória ilustradas pelos seus alunos. São estórias escritas a partir de uma personagem, o gatinho Tareco.
O
gatinho Tareco e as suas aventuras
Certo dia, um gatinho chamado Tareco andava sozinho na rua. Sentia-se muito triste porque
não tinha dono. Então, decidiu procurar uma pessoa que gostasse dele. Se bem o
pensou melhor o fez.
E lá foi ele à procura de um dono. Procurou, procurou e não
encontrava ninguém. Certo dia, teve sorte. Um homem, que ia a passar junto dele,
viu aquele gatinho que andava sozinho e muito triste, ficou logo com pena dele.
Então, decidiu levá-lo consigo para sua casa.
Mal chegaram a casa, o homem que se chamava Miguel, deu-lhe
comer e água. O gatinho ficou muito contente pois ia ter uma vida melhor.
Certo dia, o Miguel levou o gatinho a passear e então pensou
num nome para lhe dar. Decidiu dar-lhe o nome de Tareco. E lá foram eles passear
e viver uma grande aventura pela floresta.
Quando chegaram à floresta
viram uma menina chamada Raquel que vivia sozinha. O Miguel perguntou-lhe se queria viver com ele. Ela respondeu que sim. E
lá foram os três dar uma volta por muitos sítios. No final, foram ver um parque
e finalmente regressaram a casa para almoçarem. No fim do almoço foram às
compras. Regressaram das compras e foram brincar. Quando chegou a noite
jantaram e foram dormir.
No dia
seguinte estava a chover e eles não puderam sair de casa. Então, decidiram
brincarem muito em casa. Veio a trovoada e o gatinho Tareco teve muito medo e
foi para uma casota. O dono do gato e a menina deram muitos miminhos ao gato
para ele não ter medo da trovoada.
Quando
parou de chover foram todos dar uma volta de carro.
O
gatinho Tareco viveu feliz com a sua nova família.
Leandro Rodrigues (2º ano)
terça-feira, 1 de maio de 2012
Gil Moniz e a Ponta do Nariz
A peça de teatro foi baseada no livro, "Gil Moniz e a Ponta do Nariz "de António Torrado.
" Abrir Janelas para a Leitura", regista aqui a ida da escola à biblioteca, através de um texto do aluno Tomás Alves que anda no 4.º ano.
Era uma vez um menino chamado Gil. Ele estava a passear e
encontrou um grão de milho. Gil dizia que o grão era da cor do ouro e valia uma
fortuna. Ia para o guardar no bolso mas viu que este estava furado.
Como queria ir dar uma volta, pediu à comadre Iva para
lhe guardar o grão. Ela pô-lo em cima da mesa e ele lá foi dar a sua voltinha.
Quando voltou, chamou a comadre Iva para lhe dar o grão.
Ela foi lá ver e não estava lá nada e disse que tinha sido a galinha que o
tinha comido. Então o Gil pediu-lhe a galinha. Ela não queria mas acabou por
lha dar.
De seguida, foi pedir à prima para lhe guardar a galinha
pois queria ir a um concurso de moda. Lá foi ele a Penacova a ver se entrava no
concurso.
Voltou e chamou a prima para lhe dar a galinha. A prima
disse que a galinha fugiu, saltou para o curral do porco e ele comeu-a. Então o
Gil exigiu que ela lhe desse o porco.
O Gil, cansado de andar com o porco, foi pedir à comadre Maria para lho guardar. a comadre Maria pô-lo na quintq onde estava a sua filha a guardar os animais.
O Gil, cansado de andar com o porco, foi pedir à comadre Maria para lho guardar. a comadre Maria pô-lo na quintq onde estava a sua filha a guardar os animais.
Ele foi novamente a Penacova a ver se tinha entrado no
concurso e, quando regressou, chamou a comadre Maria para lhe dar o porco. Mas
o porco tinha fugido, então o Gil pediu para ela pôr a filha dentro de um saco
e para lha dar. Ela fez isso e começou a chorar.
O menino Gil estava de rastos porque a menina era pesada,
então chamou a comadre Celeste para lhe pedir que guardasse o saco mas para não
espreitar.
Ela espreitou, enquanto o Gil foi ver quem ganhara o concurso.
Tirou a menina e foi dá-la à mãe. No saco pôs o cão da quinta.
Quando o Gil chegou, ela entregou-lhe o saco. O Gil
perguntou se ela tinha visto o que estava no saco mas a comadre Celeste disse
que não.
Lá foi ele com o saco e quando o abriu, o cão deu-lhe uma
dentada no nariz.
Foi assim que o Gil aprendeu uma grande lição!
Tomás Alves (4.º ano)
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