Se eu fosse uma rainha vivia num castelo com um grande jardim todo relvado e com flores de várias cores. Usava um vestido azul clarinho e comprido com uma tira de prata com diamantes e sapatos prateados.
Neste castelo vivia também um principe chamado Afonso que era muito meu amigo. Ele brincava comigo no jardim.
Gostava de ter empregadas para me lavarem a roupa e para a passarem a ferro. Também me faziam o almoço e o jantar. Os meus empregados cuidariam do castelo.
Tudo isto é apenas um sonho mas eu gostaria de o realizar apenas por alguns dias.
Inês Ferreira ( 3.º ano)
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
sábado, 10 de dezembro de 2011
Uma fada mágica
Havia uma menina que gostava muito de fadas. Ela era a Ana. Andava sempre a pensar em fadas.
Numa noite de inverno, muito aconchegadinha aos seus cobertores, sonhou com várias fadas e, uma delas era mais bonitas de todas.
Quando acordou foi à procura dessa maravilhosa fada, porque pensava que era verdadeira e disse:
- Onde está fada encantadora!?
Ninguém respondeu.
A Ana ficou triste e foi para o quarto chorar.
Então, passado uns minutos, resolveu ir ver um filme onde só via fadas mágicas. Era o filme dos seus sonhos.
Assim a Ana ficou muito feliz, porque continuou sempre a sonhar com fadas mágicas.
Francisca (3.º ano)
Numa noite de inverno, muito aconchegadinha aos seus cobertores, sonhou com várias fadas e, uma delas era mais bonitas de todas.
Quando acordou foi à procura dessa maravilhosa fada, porque pensava que era verdadeira e disse:
- Onde está fada encantadora!?
Ninguém respondeu.
A Ana ficou triste e foi para o quarto chorar.
Então, passado uns minutos, resolveu ir ver um filme onde só via fadas mágicas. Era o filme dos seus sonhos.
Assim a Ana ficou muito feliz, porque continuou sempre a sonhar com fadas mágicas.
Francisca (3.º ano)
domingo, 20 de novembro de 2011
As duas amigas
Era uma vez uma menina que decidiu ir ao parque e perguntou à mãe:
- Posso ir ao parque?
- Claro filhota, mas só com uma condição, não fales com estranhos e demora pouco. Respondeu a mãe carinhosamente para a sua filha.
E lá foi ela.Quando lá chegou viu uma menina a brincar sozinha. Então, foi a correr em direção a ela e disse-lhe:
- Queres brincar comigo, para não brincares sozinha?
- Claro que sim.
Tornaram-se grandes amigas. No dia seguinte foram às compras com as mães e compraram: calças, botas de borracha, camisolas de lã, casacos de pelo, gorros, cachecóis e luvas para o inverno que se aproximava.
Depois foram dar um passeio à beira do mar e foram dar uma volta à cidade toda e viram muitas coisas bonitas. Por fim lancharam numa pastelaria.
As meninas gostaram muito deste dia.
Mariana Rodrigues (3.º ano)
- Posso ir ao parque?
- Claro filhota, mas só com uma condição, não fales com estranhos e demora pouco. Respondeu a mãe carinhosamente para a sua filha.
E lá foi ela.Quando lá chegou viu uma menina a brincar sozinha. Então, foi a correr em direção a ela e disse-lhe:
- Queres brincar comigo, para não brincares sozinha?
- Claro que sim.
Tornaram-se grandes amigas. No dia seguinte foram às compras com as mães e compraram: calças, botas de borracha, camisolas de lã, casacos de pelo, gorros, cachecóis e luvas para o inverno que se aproximava.
Depois foram dar um passeio à beira do mar e foram dar uma volta à cidade toda e viram muitas coisas bonitas. Por fim lancharam numa pastelaria.
As meninas gostaram muito deste dia.
Mariana Rodrigues (3.º ano)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A dor de dentes da Catarina
Era uma vez uma menina chamada Catarina e adorava festas de anos, porque havia sempre muitas guloseimas. Catarina comia em demasia. Comia quase um pacote de rebuçados sozinha. Um dia, a Catarina fez uma festa de aniversário e comeu muitas guloseimas. Claro, a Catarina quando chegou a casa, à noite, esqueceu-se de escovar os dentes.
No dia seguinte, a Catarina acordou com uma terrível dor de dentes.
- Ai... ai... ai..., que dor de dentes eu tenho!
A Catarina foi contar à mãe que lhe doía os dentes.
- Se a dor de dentes é assim tão forte, vamos ao dentista. Disse a mãe.
Lá foram ao dentista. quando chegaram, o dentista viu os dentes e disse que tinha uma cárie. A Catarina ficou muito preocupada.
O dentista disse:
- Tens de começar a lavar os dentes, mais vezes, Catarina.
- Está bem, doutor. Quer dizer que também não posso comer gulozeimas?
- Sim, mas de vez em quando.
A Catarina compreendeu e começou a lavar os dentes mais vezes e a comer menos gulozeimas.
Lurdes ( 3.º ano)
No dia seguinte, a Catarina acordou com uma terrível dor de dentes.
- Ai... ai... ai..., que dor de dentes eu tenho!
A Catarina foi contar à mãe que lhe doía os dentes.
- Se a dor de dentes é assim tão forte, vamos ao dentista. Disse a mãe.
Lá foram ao dentista. quando chegaram, o dentista viu os dentes e disse que tinha uma cárie. A Catarina ficou muito preocupada.
O dentista disse:
- Tens de começar a lavar os dentes, mais vezes, Catarina.
- Está bem, doutor. Quer dizer que também não posso comer gulozeimas?
- Sim, mas de vez em quando.
A Catarina compreendeu e começou a lavar os dentes mais vezes e a comer menos gulozeimas.
Lurdes ( 3.º ano)
A dor de dentes da Carolina
Era uma vez uma menina chamada Carolina que só comia doces e não gostava de mais nada. Um dia, uma amiga chamada Cláudia perguntou-lhe:
- Olha Carolina, porque só trazes doces para o lanche?
- Não gosto de mais nada.
- Se continuares a comer mais doces, vais ver o que te poderá acontecer!?
Passado uns dias, a Carolina começou a queixqr-se de um dente.
A Cláudia tinha- a avisado e foi com ela ao dentista.
A Carolina ficou a saber que não se deve comer alimentos doces e, começou a trazer para a escola alimentos saudáveis. Doces é só para dias de festa e, comer em pequenas quantidades.
Inês Filipa ( 3.º ano)
- Olha Carolina, porque só trazes doces para o lanche?
- Não gosto de mais nada.
- Se continuares a comer mais doces, vais ver o que te poderá acontecer!?
Passado uns dias, a Carolina começou a queixqr-se de um dente.
A Cláudia tinha- a avisado e foi com ela ao dentista.
A Carolina ficou a saber que não se deve comer alimentos doces e, começou a trazer para a escola alimentos saudáveis. Doces é só para dias de festa e, comer em pequenas quantidades.
Inês Filipa ( 3.º ano)
sábado, 22 de outubro de 2011
A banana e o pêssego
Era uma vez uma banana muito amarelada. Ela gostava muito de brincar com as outras bananas, mas não tinha nenhum amigo que fosse banana.Um dia, a banana estava a passear no campo quando viu um fruto que nunca tinha visto. Chegou junto dela e perguntou:
- Como te chamas?- Eu chamo-me pêssego e tu?
- Eu chamo-me banana.
- Queres brincar comigo?
- Sim, quero.
Vamos jogar às apanhadas?
- Sim vamos. Fico a apanhar.
Os dois amigos brincaram e brincaram. Quando anoiteceu, a banana perguntou ao pêssego:
- Queres vir jantar a minha casa?
- Sim quero.
Então lá foram para casa da banana para jantarem. Quando os dois amigos jantaram, despediram-se e o pêssego foi para sua casa.
A banana ficou muito contente por ter encontrado um novo amigo diferente e o pêssego ficou também feliz por ter encontrado uma nova amiga para brincar.
Luís Diogo ( 3.º ano)
domingo, 9 de outubro de 2011
O outono e o ouriço cacheiro
Numa manhã de outono, um ouriço cacheiro tinha acabado de acordar. O Ouriço cacheiro chamava-se Jeremias e era muito simpático. Todos gostavam dele. A estação preferida dele era o outono.
O Jeremias passava o tempo todo à espera que o outono chegasse e quando chegava era uma alegria. Sempre adorou o outono.
De manhã ia sempre ter com os amigos para brincarem com as folhas vermelhas, castanhas, amarelas e cor de laranja. Era muito divertido.
O Jeremias falava com os amigos sobre o outono e convidava-os para irem comer minhocas, lagartas, sapos pequenos e outros pratos dos seus pratos preferidos.
Jeremias gostava sempre de brincar nos dias de outono. Mas em dezembro acabava essa estação para ele porque começava a sua época de hibernação.
De certeza que ele nunca ia deixar de gostar do outono. Ele todas as noites, desejava que cada dia daquela estação fosse muito mais divertido.
Lurdes ( 3.º ano)
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